Quero escrever sobre os especialistas que vêm não sei de onde e só porque tem mestrados ou doutoramentos em comunicação, consideram que podem falar de tudo. não podem. É evidente que existe um lado muito negro nas redes sociais que é … podem falar mal mas quanto mais falarem a mais pessoas vai chegar estas barbaridades ditas. e a pessoas incautas que não tinham informação desses influenciadores. E nos estamos, de facto, ao tentar o contraditório e ao tentar demonstrar que existe uma hipocrisia tamanha, porque, não é segredo que alguns destes influenciadores e comentadores participaram em visitas organizadas por entidades ligadas ao Estado de Israel. Isso é público. O problema não é terem ido. O problema é a falta de espírito crítico quando regressam e apresentam uma visão parcial da realidade, muitas vezes sem a mesma distância que exigiriam noutros contextos. Acho que devíamos parar de partilhar ou comentar, porque, o melhor é não incendiar...
Se não houvesse redes sociais, não poderíamos ver os “Gustavos Santos” desta vida, os “Numeiros” desta vida, os “pela verdade” desta vida. Não estou revoltado, o que vou escrever terá a ver com união e não com separação. Todos os movimentos que separam, todos os conselhos que dizem eu sou bom ele é mau, todos os movimentos que incitam o ódio por minorias, por outras raças, por outras etnias, são fascistas, são extremistas. Estamos a viver num tempo, num momento, em que os bons, os que tem por base proteger os desprotegidos, os que por base estão ao lado das minorias, estão “errados” ou, existe uma tentativa de manipulação, tentativa de alteração das perceções. Há a necessidade de que os moderados são mornos não tem a energia de berrar de pôr o dedo na ferida e dizer as “verdades” Temos até um primeiro-ministro que normaliza esse discurso e até faz leis com o conluio do partido fascista Chega. Está mais que provado com a ciência, que a culpa de m...