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Momento atual


Assiste-se hoje em dia, ao achincalhar de tudo e todos pelos nossos meios de comunicação social, é impressionante como todos os dias saem noticias e mexericos e opiniões e é impressionante como há tantos comentadores por tantas televisões, que há uns 10 anos não se imaginava onde estavam estas pessoas, muitas delas estavam a fazer nada, outras estavam a estudar.

É revoltante como todos os dias se diz mentira, como todos os dias se diz coisas sem interesse, como todos os dias se diz...

Como é evidente é necessário dizer-se algo para se ter direito de antena, para se ter publicidade, mas ... a responsabilidade de tudo isto desta necessidade desenfreada de criar noticias, é do "mundo financeiro", esse mundo que se especula, o mundo que tem ... cerca de 40 anos, há 40 anos atrás esta forma de viver não existia, foi criada, inventada e pelo que assisto, esta a morrer, ou a regenerar-se uma outra forma ou ideia de sustentação do mundo do trabalho do emprego, da informação, do investimento e até do poder judicial, existe uma descrença em todas as instituições devido a forma como tudo é organizado, pergunta-se se o Estado esta a morrer? Se o estado se muda se o Estado desaparece, pois bem, na minha opinião o Estado não morrerá mas.. tem de mudar e muito, e essa mudança tem de ser agora, este problema de base tem a ver com a educação, tem a ver com a falta de valores que ao longo destes anos... foram morrendo, cada um sabe de si, é o lema eu quero o melhor para mim outro lema usado.

Vamos agir vamos educar vamos ter a noção mais presente que o ser humano é um ser com sentimentos não é um ser com expectativas de trabalhar e produzir bem, tem crenças e tem vida fora do trabalho, alias... o trabalho deveria ser a extensão da vida de uma pessoa e não um mundo a parte onde temos de ser "filhos da puta" para sobreviver.





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Dar ou não dar

Hoje em dia, partimos do principio que não nos devemos dar a ninguém para depois não sofrermos, quando ou, se esse alguém nos rejeitar, há quem viva horas, há quem viva dias, há quem viva anos assim, mas o facto é que nos "enganamos" a todos, uns aos outros.

O dar não é nada mais do que demonstrar todas as nossas forças todas as nossas fraquezas sem esconder as nossas fraquezas, sem esconder as nossas forças com o receio de ser impetuoso e incisivo na análise das situações que possam ocorrer e sem esconder a nossa fraqueza do demonstrar que somos frágeis e  inseguros. Em ambas as situações podemos sofrer, o ser moderado ou o esconder os pólos, negativo e positivos, leva-nos a ser um "falso" moderado, um falso porque não é o verdadeiro "eu" que esta a ser mostrado, mas sim um "eu" fantasiado e delineado por o "bom senso" que não deveria existir, mas por base sempre foi o que foi demonstrado ser o melhor a seguir.

Partilha

Diz-se muito que o ser humano existe, porque partilha.

O existe tem a ver com o completar das suas necessidades, o existe tem a ver com as sensações que tem quando interage com outra pessoa, sendo amigo, conhecido, companheiro, o existe tem a ver com o facto de recebermos feedback, algo que nos informa, que nos faz observar, algo que nos toca, quer seja na pele, quer seja na memória, nas emoções.
O partilhar algo que faz, o partilhar algo que inventa, o partilhar algo em que participa, nem todos o sabem fazer, nem todos sabem o que é.

Sentimo-nos seres humanos, quando as nossas emoções relativamente à nossa pessoa são satisfeitas. Sentimo-nos seres humanos, quando os nossos objetivos são concretizados. Sentimo-nos seres humanos quando o sabor da concretização é mais forte que o sabor do caminho que a fez chegar até lá.




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Vírus Ébola: o embuste MANUEL PINTO COELHO 04/09/2014 - 01:34 Ao contrário da ideia com que se fica pela leitura da imprensa, não existe qualquer razão para recear que o vírus Ébola se possa transformar numa pandemia à escala mundial. Tem tanto de extraordinária como de caricata a histeria que vai por esse mundo por causa da “catástrofe” provocada pelo vírus Ébola. A imprensa internacional fala de 1229 mortos entre Março e Agosto de 2014. Ora bem, se consultarmos a página da OMS sobre este assunto, veremos que na realidade foram 788 os casos de óbito formalmente identificados como causados pelo vírus Ébola, um número bem inferior aos 1,2 milhões de mortes causadas pela malária (paludismo). O número remanescente limitou-se a traduzir os casos “suspeitos” ou “prováveis”. As imagens televisivas com que fomos recentemente presenteados, mostrando-nos técnicos de saúde, quais marcianos envergando complexas máscaras junto de doentes suspeitos, são totalmente insensatas e dignas de um mau …